Uma pesquisa recente do Datafolha revelou que 67% dos brasileiros enfrentam dificuldades para economizar em razão de hábitos ruins de consumo, falta de consciência financeira e ausência de planejamento. Esse último ponto, aliás, é mais desafiador com a chegada de um bebê, independentemente se a gravidez foi inesperada ou programada. “A espera de um filho é um dos momentos mais imprevisíveis, porque é impossível ter o controle total da situação. Não há como prever intercorrências na gravidez e no parto, que podem demandar cirurgias ou tratamentos fora do orçamento inicial”, afirma Luciana Ballesteros, fundadora e diretora da Financial Experts e especialista em finanças.
Os gastos para ter um filho começam na gestação – ou antes, se for necessário recorrer a algum tratamento para engravidar – e se estendem do nascimento ao desenvolvimento até que se torne um adulto capaz de se sustentar. “O ideal é que um casal que deseje aumentar a família crie, ao longo do tempo, uma reserva financeira, porque do dia para a noite começam a pesar no orçamento despesas que você nem imaginava”, orienta Luciana Ballesteros.
A especialista explica que é preciso elaborar um planejamento financeiro de longo prazo considerando todas as fases do filho. “Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que cerca de 30% da renda familiar é destinada à criação dos filhos. Independentemente da classe social, a chegada de um filho muda o orçamento familiar, são gastos e demandas específicas de acordo com cada etapa da vida. Como os pais têm a preocupação em oferecer o melhor para o seu filho, é importante organizar as finanças da casa para conseguir ter espaço no orçamento, e também saber dizer não para o que não cabe. Vejo famílias colocando os filhos em escolas caras porque querem oferecer a melhor educação, mas o custo disso para a família, com outras privações, pode ser muito grande, então é importante fazer escolhas sustentáveis. Quando os pais têm entendimento sobre educação financeira, fica mais fácil traçar um plano que respeite a sua realidade socioeconômica”, informa.
Luciana Ballesteros ressalta que o orçamento deve partir das necessidades essenciais – saúde, alimentação, moradia, vestuário, higiene, transporte e educação –, e de um colchão de reserva para situações emergenciais. “É importante colocar no papel as receitas e despesas fixas e variáveis, como pediatra, medicamentos e vacinas. Separe o que é prioridade do que é essencial: dependendo da condição econômica e do estilo de vida dos pais, um curso de inglês e uma viagem anual de férias podem ser prioridades; para outros, pode ser necessário cortar gastos, como assinatura de serviço de streaming e pedidos de delivery. Já para um padrão de maior escassez e instabilidade financeira, os pais podem precisar buscar formas de gerar uma renda extra”, ilustra.
Sobre a Financial Experts
Fundada em 2019 por Luciana Ballesteros — administradora com especialização em finanças —, a Financial Experts (Alameda Oscar Niemeyer, 288/601, Vale do Sereno – Nova Lima) nasceu com uma missão transformadora: levar educação financeira de qualidade para jovens a partir dos 12 anos. Primeira escola do Brasil com esse foco, surgiu da inquietação da Luciana ao perceber o quanto a falta de conhecimento financeiro impacta negativamente a vida das pessoas, que fazem escolhas financeiras ruins, muitas vezes sem saber, e perdem dinheiro. A Financial Experts acredita que, quanto mais cedo aprendemos a lidar com o dinheiro, maiores são as chances de construir um futuro equilibrado, consciente e próspero.
De acordo com uma pesquisa do Banco Central e do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), em uma escala de 0 a 100, o nível médio de letramento financeiro dos brasileiros é de 59,6. O índice considerou comportamento financeiro, atitude ao fazer escolhas financeiras e conhecimento sobre finanças. Em relação aos jovens, um levantamento feito pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) e publicado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), concluiu que 45% dos adolescentes brasileiros de 15 anos apresentam baixo desempenho na alfabetização financeira, colocando o Brasil na 18ª posição na lista que conta com 20 países e economias.
Para Luciana Ballesteros, a educação financeira tem o poder de transformar a vida das pessoas. “Esse conhecimento muda a forma de lidar com o dinheiro, baseada no entendimento do seu verdadeiro valor e na autonomia para fazer escolhas conscientes. Afinal, fazemos escolhas financeiras diariamente, desde o café que tomamos na esquina e o almoço fora de casa, a escolhas maiores, como a compra de um imóvel ou como investimos o nosso dinheiro”, destaca.
Com uma equipe formada por professores qualificados, com certificações nacionais pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e CFP® (Certified Financial Planner), a escola já formou mais de 200 adolescentes nos cursos.
O sucesso da sua metodologia diferenciada, com uma abordagem dinâmica, descomplicada e contextualizada com situações do dia a dia, atraiu o interesse de outros públicos. A escola desenvolveu outros dois cursos, o Financial Master, para jovens de 17 a 29 anos, e Finanças para Elas, destinado a mulheres que desejam ser capazes de tomar decisões assertivas de investimento do seu próprio dinheiro. Além disso, a Financial promove encontros mensais com profissionais do mercado financeiro para apresentar cases e trazer vivência real ao programa.
As turmas são reduzidas para garantir a qualidade, atenção plena e interação, e as aulas ocorrem uma vez por semana.
Mais informações: linkedin.com/company/finexperts | @financial_oficial.
Sobre Luciana Ballesteros
Graduada em Administração de Empresas pelo Ibmec, pós-graduada em Finanças pela Fundação Dom Cabral, especialização em Finanças pela Universidade de Berkeley, na Califórnia.
Luciana Ballesteros tem mais de 20 anos de experiência na área financeira, em mesa de operações em banco multinacional, empresas nacionais e multinacionais e como gestora de investimentos.
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RAQUEL GUIMARAES MORENO
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