Aos 76 anos, a atriz Meryl Streep assinou um contrato no valor de R$ 61,4 milhões para reprisar a icônica Miranda Priestly na aguardada sequência de “O Diabo Veste Prada”, segundo a revista Variety.
A negociação de Streep teria também ido além de seus próprios ganhos. A veterana condicionou sua participação à exigência de que suas parceiras de cena, Anne Hathaway e Emily Blunt, recebessem o mesmo cachê que ela, além de participações nos lucros atreladas ao desempenho do filme nas bilheterias.
Comandado pelo diretor David Frankel, o novo longa já é um fenômeno financeiro. Desde o seu lançamento nos cinemas, em abril, a produção acumulou impressionantes R$ 1,47 bilhão em arrecadação.
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A concretização do projeto, no entanto, dependia de termos estritos estabelecidos pelas estrelas. Em entrevista à revista People, as protagonistas revelaram que o sinal verde para o filme exigia duas garantias fundamentais: um roteiro de excelência e a participação indispensável do “quarteto principal”, o que assegurou a volta de Stanley Tucci como Nigel Kipling.
Segundo Anne Hathaway, a reunião dos talentos originais foi o elemento decisivo para manter viva a identidade e o espírito da obra que se tornou um marco da cultura pop em 2006.


































